segunda-feira, 8 de abril de 2013

Atividade realizada no dia 30 de março de 2013: Serração da Velha

A serração da Velha era um costume que se fazia antigamente no Cadafaz, no meio da Quaresma.
Esta Direção quis retomá-la, mas para isso teve de fazer algumas alterações para poder ser vista por várias pessoas, e ser efetuada. Foi escolhido o sábado dia 30 de março, já que na Páscoa muitos cadafazenses se encontram no Cadafaz.
Antigamente era utilizado um carro de bois e um cortiço a fazer de Velha. Por já não existirem bois na aldeia usamos um carro de mão e trocamos o cortiço por uma boneca de trapos.  

Muitos foram os que se juntaram no Adro para assistir ao evento e ouvir ler o Testamento da Velha, para algumas pessoas era a primeira vez que ouviam falar da Serração da Velha.


O cortejo, dirigiu-se ao Santo António pouco depois das 21 horas, de onde começaria a procissão, havendo pessoa que choravam a morte da Velha, era preciso haver um Juiz, o escolhido foi o Carlos Alves.


Vídeo:


Ao chegar ao Adro, o corpo da Velha foi lançado pelas escadas.
Logo de seguida, o Juiz, Carlos Alves deu início à leitura do testamento que a Velha deixou aos cadafazenses, o qual arrancou várias gargalhadas aos contemplados.


Vídeo da leitura do testamento:







Por último a Velha foi queimada:

No final, o convívio continuou com muita animação e com o som da concertina, foram momentos muito divertidos. 

Atividade realizada no dia 30 de março de 2013: Reunião com a juventude

A Direção: Paula Santa Cruz, Regina Alves, Valdemar Nunes e Sérgio Martins 

A Direção da União Recreativa do Cadafaz, reuniu-se no dia 30 de março com a juventude, na Casa de Recreio do Cadafaz, para delinear o Dia da Juventude a ser realizado no mês de agosto.

A juventude presente na reunião
Após ouvir várias ideias e sugestões, ficou decidido realizar várias atividades durante o fim de semana da festa, organizado pelos jovens e com o apoio desta Direção, sendo as seguintes:
Ao sábado: Peddy Paper
Os jogos tradicionais ficaram a cargo do David Santa Cruz, Francisco Vieira, Ivo Duque e Rui Nunes, sendo os torneios da Sueca no Domingo e o da Malha à segunda-feira.
O André Alves e o Diogo Martins ficaram de organizar uma sessão de Karaoke, que será na segunda feira à noite.
A Margarida Oliveira, Maria Vieira e Patrícia Moura irão, até lá, ver em que é que poderão participar durante o dia de segunda-feira.


quarta-feira, 27 de março de 2013

25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987

FUTURO

  Em 1987 a direcção definiu como tarefas prioritárias as comemorações condignas dos 25 anos da colectividade e a reorganização administrativa.
O futuro passará pela colaboração de todos os associados, pois a União Recreativa do Cadafaz será aquilo que os seus associados quiserem.
Um trágico acidente não permitiu que o jovem Pedro Monteiro levasse por diante o seu projecto de organizar e enquadrar a juventude cadafazense nas tarefas de rejuvenescimento e modernização da colectividade e do regionalismo, no entanto a semente foi lançada, a recente constituição do Departamento Jovem é já fruto deste espírito de mudança e o futuro está a passar por aqui…

União Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987, Lisboa, 1987

terça-feira, 19 de março de 2013

25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987

 1983 – 1986

    O Carlos Manuel Martins é de novo convidado e eleito para o lugar de presidente da direcção.
  Sem um grande projecto capaz de catalisar a massa associativa, com limitada capacidade financeira, confrontada com uma situação social de austeridade que afecta as realizações tradicionais da colectividade vocacionadas para a angariação de fundos, esta direcção procura os métodos de trabalho adequados ao seu espaço de intervenção, no entanto e apesar de reunir um conjunto de elementos de elevada capacidade, não retira daí os dividendos esperados, as suas vidas profissionais e académicas dificultam a tarefa, pois as questões associativas exigem muito tempo em trabalhos preparatórios e disponibilidades para a sua execução.
  As tentativas de organizar excursões deparam com o alheamento da colónia cadafazense, a participação dos associados nos piqueniques e almoços de aniversário desce aos níveis mais baixos, desencorajando os directores.
  A colectividade procura junto das autarquias locais a resposta aos anseios da população: limpeza do depósito de água, alargamento do Largo de Stº António, electrificação da zona urbana da estrada da Candosa, alcatroamento do Cruzeiro até aos Portos e rua da escola, casa da professora. A Câmara Municipal executa alguns trabalhos e inclui no plano de actividades outros, a Junta de Freguesia procede à abertura e beneficiação de caminhos e colabora na execução de algumas das obras.
  A direcção procura adquirir um imóvel de características tradicionais para instalação de um futuro museu, recebe a oferta de uma casa do Sr. José Henriques de Almeida, mas o projecto não encontra eco entre os cadafazenses, refira-se que algumas das pessoas contactadas para a venda de imóveis pedem valores extremamente elevados, apesar dos edifícios apresentarem sintomas de degradação.

  O moinho eléctrico, melhoramento que tanta canseira deu aos seus promotores, coloca problemas de gestão financeiras, pois os hábitos da população alteram-se de forma significativa, são já poucos os que recorrem à broa, agora que tem melhor poder de compra e o pão de trigo é posto à sua disposição diariamente, assim à medida que decresce a procura do serviço, cresce significativamente a taxa de contador e os valores dos consumos de electricidade. A direcção da União desencadeia um conjunto de acções junto da EDP, da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, mas vê gorada a possibilidade de atenuar tal situação. O resultado é o maior desânimo na equipa directiva.
  A União promove uma reunião com as colectividades da freguesia na perspectiva de retomar a realização de uma festa convívio entre todos, no entanto a falta de hábito de um trabalho inter-colectividades cedo deixou claro a dificuldade em ultrapassar as questões levantadas, as quais no essencial deixavam visível que a maioria das colectividades estava com reduzida capacidade organizativa e sem meios humanos para avançar em actividades mais arrojadas.
  Em finais de 1984 o presidente da União desenvolve intensa actividade junto do Conselho Regional da Casa do Conselho de Góis e é eleito para a Comissão de Estudo dos Transportes Rodoviários do Concelho de Góis e mais tarde para a Comissão Promotora da Semana Cultural e Recreativa do Concelho de Góis que vai constituir um assinalável êxito nos anos 1985 e 1986, prestigiando o Cadafaz e a colectividade.
  Estas iniciativas têm o mérito de contar com uma ampla participação de jovens goienses e de alguns cadafazenses que colaborando directamente com o coordenador da Semana Cultural acabam por encontrar motivação para um maior empenhamento no regionalismo.
  As dificuldades de organização interna fazem com que em 1986 e de 1987 não se realize o tradicional piquenique em Lisboa, apenas tendo lugar o almoço de aniversário e ainda assim com reduzida participação.
  À falta de dinâmica da direcção veio juntar-se o facto das obras de beneficiação da Casa do Concelho de Góis se arrastarem durante mais de 1 ano, o que impossibilitou a realização de uma Assembleia Geral que se vinha impondo. Tal situação apresenta aspectos negativos para a colectividade, no entanto levou os cadafazenses a repensar o seu posicionamento face à União e fez despontar o bairrismo e orgulho de alguns dos melhores e mais dedicados elementos da causa regionalista na colectividade, no seu passado de glória e prestígio. Mesmo assim, foi reduzida a participação da Assembleia Geral realizada em 1987, na qual pela 1ª vez a colectividade esteve na eminência de um vazio directivo, face à ausência da lista de candidatos aos seus Corpos Gerentes, no entanto, a compreensão de uns, o espírito de sacrifício de outros, e a consciência colectiva de amor ao Cadafaz e à União Recreativa do Cadafaz, permitiu a constituição e eleição de uma equipa directiva, que tem o grande mérito de ser constituída por pessoas verdadeiramente empenhadas em colaborar nas tarefas do desenvolvimento e engrandecimento do Cadafaz.

União Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987, Lisboa, 1987

quarta-feira, 13 de março de 2013

25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987

 1981 – 1982

  O início da vida profissional e o cansaço de oito anos de vida associativa levaram o presidente a solicitar a sua substituição. A presidência é assumida pelo Sr. José Henriques de Almeida, homem que esteve ligado à criação da colectividade e que se vinha revelando um grande colaborador nas iniciativas da União.
  A Casa de Recreio, em resultado da desarticulação da delegação em Cadafaz e da Comissão de Dinamização Recreativa e Desportiva vê reduzida a sua utilização e entra em acelerada degradação, pelo que a direcção promove obras de beneficiação, construindo os balneários, substituição dos caixilhos das janelas, instalação de água, beneficiação do soalho, reboco e pintura interior e exterior.
  A iniciativa do Armindo Neves e do Casimiro Vicente, marca as realizações promovidas em Cadafaz, por sua dinamização é constituído um grupo folclórico que vem a ser integrado na União sob a designação de Rancho Folclórico da União Recreativa do Cadafaz. Este acontecimento traz de novo alento e há um incremento de participação, visível no piquenique em Lisboa e no almoço de aniversário da União.
  A perspectiva de retornar às origens, depois de muitos anos de vida profissional em Lisboa, leva o presidente a formular a vontade de deixar o cargo.

União Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987, Lisboa, 1987

segunda-feira, 4 de março de 2013

Informações aos sócios

Informamos que as resoluções aprovadas na Assembleia Geral do passado dia 10 de fevereiro foram as seguintes:
- Relatórios e Contas: foi constituído uma comissão interna extraordinária para elaboração do documento final com os seguintes elementos do Conselho Fiscal: Presidente e secretário; da Direção: 1º secretário e Tesoureiro.   
- Alteração do valor da quota mensal, passando a ser de 0,50 € mensais ou seja 6 € anuais.
- Aceitação da Casa do Convívio para património da União Recreativa do Cadafaz.
- Aprovação do plano de Atividade culturais para o Ano 2013.
- Convite aos sócios para a criação de um novo logotipo.
              
Esta Direção informa que se a sua quota tinha um valor abaixo deste valor fica automaticamente atualizada, se já tinha um valor superior este mantém-se.
Poderá pagar a sua quota das seguintes formas:
- Transferência bancária, NIB 0035 0396 00088116732 30 da Caixa Geral de Depósito.
- Numa agência da Caixa Geral de Depósito para a conta nº0396088116732 da Agência de Góis.
- Junto de algum elemento da Direção.
Para transferências e depósitos na conta agradecemos que nos envie por e-mail ou de outra maneira o comprovativo do pagamento ou mencione o seu nome para podermos enviar o respetivo recibo.
               
Plano de Atividades culturais para o Ano 2013: