sábado, 1 de junho de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Atividade realizada no dia 30 de março de 2013: Serração da Velha
A serração da Velha era um costume que
se fazia antigamente no Cadafaz, no meio da Quaresma.
Esta Direção quis retomá-la, mas para
isso teve de fazer algumas alterações para poder ser vista por várias pessoas,
e ser efetuada. Foi escolhido o sábado dia 30 de março, já que na Páscoa muitos
cadafazenses se encontram no Cadafaz.
Antigamente era utilizado um carro de
bois e um cortiço a fazer de Velha. Por já não existirem bois na aldeia usamos um
carro de mão e trocamos o cortiço por uma boneca de trapos.
Muitos foram os que se juntaram no Adro
para assistir ao evento e ouvir ler o Testamento da Velha, para algumas pessoas
era a primeira vez que ouviam falar da Serração da Velha.
O cortejo, dirigiu-se ao Santo António pouco
depois das 21 horas, de onde começaria a procissão, havendo pessoa que choravam
a morte da Velha, era preciso haver um Juiz, o escolhido foi o Carlos Alves.
Vídeo:
Ao chegar ao Adro, o corpo da Velha foi
lançado pelas escadas.
Logo de seguida, o Juiz, Carlos Alves
deu início à leitura do testamento que a Velha deixou aos cadafazenses, o qual
arrancou várias gargalhadas aos contemplados.
Vídeo da leitura do testamento:
Por último a Velha foi queimada:
No final, o convívio continuou com muita animação e com o som da concertina, foram momentos muito divertidos.
Atividade realizada no dia 30 de março de 2013: Reunião com a juventude
| A Direção: Paula Santa Cruz, Regina Alves, Valdemar Nunes e Sérgio Martins |
A Direção da União Recreativa do
Cadafaz, reuniu-se no dia 30 de março com a juventude, na Casa de Recreio do
Cadafaz, para delinear o Dia da Juventude a ser realizado no mês de agosto.
| A juventude presente na reunião |
Após ouvir várias ideias e sugestões,
ficou decidido realizar várias atividades durante o fim de semana da festa,
organizado pelos jovens e com o apoio desta Direção, sendo as seguintes:
Ao sábado: Peddy Paper
Os jogos tradicionais ficaram a cargo do
David Santa Cruz, Francisco Vieira, Ivo Duque e Rui Nunes, sendo os torneios da
Sueca no Domingo e o da Malha à segunda-feira.
O André Alves e o Diogo Martins ficaram
de organizar uma sessão de Karaoke, que será na segunda feira à noite.
A Margarida Oliveira, Maria Vieira e
Patrícia Moura irão, até lá, ver em que é que poderão participar durante o dia
de segunda-feira.
quarta-feira, 27 de março de 2013
25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987
FUTURO
Em 1987 a direcção definiu como tarefas prioritárias as comemorações condignas dos 25 anos da colectividade e a reorganização administrativa.
Em 1987 a direcção definiu como tarefas prioritárias as comemorações condignas dos 25 anos da colectividade e a reorganização administrativa.
O futuro passará pela colaboração de todos os
associados, pois a União Recreativa do Cadafaz será aquilo que os seus
associados quiserem.
Um trágico acidente não permitiu que o jovem Pedro Monteiro
levasse por diante o seu projecto de organizar e enquadrar a juventude
cadafazense nas tarefas de rejuvenescimento e modernização da colectividade e
do regionalismo, no entanto a semente foi lançada, a recente constituição do
Departamento Jovem é já fruto deste espírito de mudança e o futuro está a
passar por aqui…
União Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987, Lisboa, 1987
terça-feira, 19 de março de 2013
25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987
1983 – 1986
O Carlos Manuel Martins é de novo convidado e eleito para o lugar de presidente da direcção.
O Carlos Manuel Martins é de novo convidado e eleito para o lugar de presidente da direcção.
Sem um grande projecto capaz de catalisar a massa
associativa, com limitada capacidade financeira, confrontada com uma situação social
de austeridade que afecta as realizações tradicionais da colectividade
vocacionadas para a angariação de fundos, esta direcção procura os métodos de
trabalho adequados ao seu espaço de intervenção, no entanto e apesar de reunir
um conjunto de elementos de elevada capacidade, não retira daí os dividendos
esperados, as suas vidas profissionais e académicas dificultam a tarefa, pois
as questões associativas exigem muito tempo em trabalhos preparatórios e
disponibilidades para a sua execução.
As tentativas de organizar excursões deparam com o
alheamento da colónia cadafazense, a participação dos associados nos
piqueniques e almoços de aniversário desce aos níveis mais baixos,
desencorajando os directores.
A colectividade procura junto das autarquias locais a
resposta aos anseios da população: limpeza do depósito de água, alargamento do
Largo de Stº António, electrificação da zona urbana da estrada da Candosa,
alcatroamento do Cruzeiro até aos Portos e rua da escola, casa da professora. A
Câmara Municipal executa alguns trabalhos e inclui no plano de actividades
outros, a Junta de Freguesia procede à abertura e beneficiação de caminhos e
colabora na execução de algumas das obras.
A direcção procura adquirir um imóvel de
características tradicionais para instalação de um futuro museu, recebe a
oferta de uma casa do Sr. José Henriques de Almeida, mas o projecto não
encontra eco entre os cadafazenses, refira-se que algumas das pessoas
contactadas para a venda de imóveis pedem valores extremamente elevados, apesar
dos edifícios apresentarem sintomas de degradação.
O moinho eléctrico, melhoramento que tanta canseira deu aos seus promotores, coloca problemas de gestão financeiras, pois os hábitos da população alteram-se de forma significativa, são já poucos os que recorrem à broa, agora que tem melhor poder de compra e o pão de trigo é posto à sua disposição diariamente, assim à medida que decresce a procura do serviço, cresce significativamente a taxa de contador e os valores dos consumos de electricidade. A direcção da União desencadeia um conjunto de acções junto da EDP, da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, mas vê gorada a possibilidade de atenuar tal situação. O resultado é o maior desânimo na equipa directiva.
A União promove uma reunião com as colectividades da
freguesia na perspectiva de retomar a realização de uma festa convívio entre
todos, no entanto a falta de hábito de um trabalho inter-colectividades cedo
deixou claro a dificuldade em ultrapassar as questões levantadas, as quais no
essencial deixavam visível que a maioria das colectividades estava com reduzida
capacidade organizativa e sem meios humanos para avançar em actividades mais
arrojadas.
Em finais de 1984 o presidente da União desenvolve
intensa actividade junto do Conselho Regional da Casa do Conselho de Góis e é
eleito para a Comissão de Estudo dos Transportes Rodoviários do Concelho de
Góis e mais tarde para a Comissão Promotora da Semana Cultural e Recreativa do
Concelho de Góis que vai constituir um assinalável êxito nos anos 1985 e 1986,
prestigiando o Cadafaz e a colectividade.
Estas iniciativas têm o mérito de contar com uma ampla
participação de jovens goienses e de alguns cadafazenses que colaborando
directamente com o coordenador da Semana Cultural acabam por encontrar
motivação para um maior empenhamento no regionalismo.
As dificuldades de organização interna fazem com que
em 1986 e de 1987 não se realize o tradicional piquenique em Lisboa, apenas
tendo lugar o almoço de aniversário e ainda assim com reduzida participação.
À falta de dinâmica da direcção veio juntar-se o facto
das obras de beneficiação da Casa do Concelho de Góis se arrastarem durante
mais de 1 ano, o que impossibilitou a realização de uma Assembleia Geral que se
vinha impondo. Tal situação apresenta aspectos negativos para a colectividade,
no entanto levou os cadafazenses a repensar o seu posicionamento face à União e
fez despontar o bairrismo e orgulho de alguns dos melhores e mais dedicados
elementos da causa regionalista na colectividade, no seu passado de glória e
prestígio. Mesmo assim, foi reduzida a participação da Assembleia Geral
realizada em 1987, na qual pela 1ª vez a colectividade esteve na eminência de
um vazio directivo, face à ausência da lista de candidatos aos seus Corpos
Gerentes, no entanto, a compreensão de uns, o espírito de sacrifício de outros,
e a consciência colectiva de amor ao Cadafaz e à União Recreativa do Cadafaz,
permitiu a constituição e eleição de uma equipa directiva, que tem o grande
mérito de ser constituída por pessoas verdadeiramente empenhadas em colaborar
nas tarefas do desenvolvimento e engrandecimento do Cadafaz.
União
Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União
Recreativa do Cadafaz 1962-1987, Lisboa, 1987
quarta-feira, 13 de março de 2013
25 anos da União Recreativa do Cadafaz 1962-1987
1981 – 1982
O início da vida profissional e o cansaço de oito anos de vida associativa levaram o presidente a solicitar a sua substituição. A presidência é assumida pelo Sr. José Henriques de Almeida, homem que esteve ligado à criação da colectividade e que se vinha revelando um grande colaborador nas iniciativas da União.
O início da vida profissional e o cansaço de oito anos de vida associativa levaram o presidente a solicitar a sua substituição. A presidência é assumida pelo Sr. José Henriques de Almeida, homem que esteve ligado à criação da colectividade e que se vinha revelando um grande colaborador nas iniciativas da União.
A Casa de Recreio, em resultado da
desarticulação da delegação em Cadafaz e da Comissão de Dinamização Recreativa
e Desportiva vê reduzida a sua utilização e entra em acelerada degradação, pelo
que a direcção promove obras de beneficiação, construindo os balneários,
substituição dos caixilhos das janelas, instalação de água, beneficiação do
soalho, reboco e pintura interior e exterior.
A iniciativa do Armindo Neves e do
Casimiro Vicente, marca as realizações promovidas em Cadafaz, por sua
dinamização é constituído um grupo folclórico que vem a ser integrado na União
sob a designação de Rancho Folclórico da União Recreativa do Cadafaz. Este
acontecimento traz de novo alento e há um incremento de participação, visível
no piquenique em Lisboa e no almoço de aniversário da União.
A perspectiva de retornar às
origens, depois de muitos anos de vida profissional em Lisboa, leva o presidente
a formular a vontade de deixar o cargo.
União Recreativa do Cadafaz, 25 anos da União Recreativa do Cadafaz
1962-1987, Lisboa, 1987
segunda-feira, 4 de março de 2013
Informações aos sócios
Informamos que as resoluções aprovadas
na Assembleia Geral do passado dia 10 de fevereiro foram as seguintes:
- Relatórios e Contas: foi constituído
uma comissão interna extraordinária para elaboração do documento final com os
seguintes elementos do Conselho Fiscal: Presidente e secretário; da Direção: 1º
secretário e Tesoureiro.
- Alteração do valor da quota mensal,
passando a ser de 0,50 € mensais ou seja 6 € anuais.
- Aceitação da Casa do Convívio para
património da União Recreativa do Cadafaz.
- Aprovação do plano de Atividade
culturais para o Ano 2013.
- Convite aos sócios para a criação de
um novo logotipo.
Esta Direção informa que se a sua quota
tinha um valor abaixo deste valor fica automaticamente atualizada, se já tinha
um valor superior este mantém-se.
Poderá pagar a sua quota das seguintes
formas:
- Transferência bancária, NIB 0035 0396
00088116732 30 da Caixa Geral de Depósito.
- Numa agência da Caixa Geral de
Depósito para a conta nº0396088116732 da Agência de Góis.
- Junto de algum elemento da Direção.
Para transferências e depósitos na conta
agradecemos que nos envie por e-mail ou de outra maneira o comprovativo do pagamento
ou mencione o seu nome para podermos enviar o respetivo recibo.
Plano de Atividades culturais para o Ano 2013:
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